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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Tenho Medo de Partir. Um livro de viagens de Fernando Pessoa & heterónimos

TENHO MEDO DE PARTIR – UM LIVRO DE VIAGENS
Fernando Pessoa
Antologia de Manuel S. Fonseca
15x23
192 páginas
13,50 €
Ficção/Poesia
Nas livrarias a 2 de Maio
Guerra e Paz Editores

Tenho Medo de Partir é o segundo livro da colecção Os Livros de Fernando Pessoa. Nesta colecção cada livro é uma antologia de textos de Fernando Pessoa & heterónimos à volta de um tema, organizada por Manuel S. Fonseca. Depois das drogas pessoanas –Absinto, Ópio, Tabaco e Outros Fumos – este livro convida o leitor a entrar nos comboios, carros ou navios em que viajam Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Fernando Pessoa ou Bernardo Soares. Este livro retoma em edição revista e acrescentada, doLivro de Viagem, publicado pela Guerra e Paz em Novembro de 2009. Esta edição contém mais 33 textos de Fernando Pessoas e seus heterónimos. Chega às livrarias a 2 de Maio.

O organizador, Manuel S. Fonseca, justifica assim esta antologia: 
«Suponhamos por um momento que o empregado comercial Fernando Pessoa, o mestre Alberto Caeiro, os seus dois discípulos, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, e ainda o ajudante de guarda-livros Bernardo Soares eram membros de uma associação secreta de viajantes. Mesmo a associação secreta mais estacionária, e por maioria de razão uma movente associação de viajantes, precisa de uma senha que permita aos seus membros reconhecerem-se sem serem reconhecidos. A antiquíssima associação a que pertenceria Pessoa e o seu heteronímico estado-maior só podiam adoptar como senha este mote omnisubjacente a quase todas as viagens de que este livro dá testemunho: Para que precisa de viajar com o corpo quem tão bem viaja com a alma!

Hoje, nenhuma agência de viagens os aceitaria e até para voos low cost seriam imprestáveis viajantes. Porém, na imaginação dos clandestinos membros de tão secreta associação, desfilam comboios absolutos,chevrolets ideais a cada curva de estrada, luxuosos paquetes, a sombra de piratas e velhas naus, os lenços brancos da despedida em gares cheias de vapor, a saudade de não sentir saudades do Cais de onde nunca se parte.

Viajantes diferentes de todos os viajantes, Pessoa & Companhia podem até parecer iguais ao viajante comum, quando relatam o alvoroço de cada partida, a emoção da turba febril, o adeus. Não lhes escapa sequer o trivial gesto do viajante que pega na sua mala rejeitando a ajuda do moço carregador, não lhes escapa a ânsia do Oriente, da China, do sol do Pártenon ou da Acrópole. Campos, Soares, Caeiro, Reis, Pessoa ele mesmo, todos viajam e buscam o fim do mundo. Mas em que parte, se é que em parte alguma, o procura quem, obsessivo, grita que sabe ser mais verdadeiro sonhar com Bordéus do que desembarcar em Bordéus?

Viajantes duma mesma obscura seita, poetas todos, mas tão diferentes na sua formação, que inclui um tradutor de cartas comerciais, um contabilista, o mais jovem dos mestres, um engenheiro, um latinista semi-helénico, cada um formula diferentemente a mesma convicção neoplatónica da viagem. Deixaram numa arca os mapas, as recordações, os diários dessas viagens.  Há meio mundo a devassá-los. Mal seria se não corrêssemos a espreitá-los nós também.»

A próxima antologia vem a caminho. Tem conselhos de Fernando Pessoa a casadas, mal-casadas e algumas solteiras.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Eugénia com Lobo Antunes no Festival de Poesia de Bucareste


As ruas de Bucareste vão encher-se de versos e poetas, de 14 a 20 de Maio. Mais de 150 poetas de todo o mundo foram convidados para o Festival Internacional de Poesia de Bucareste, na Roménia, cujo programa prevê leituras públicas, debates, mesas-redondas, lançamento de livros e, também, muita música. 

Eugénia de Vasconcellos, autora da Guerra e Paz Editores, foi a poeta portuguesa eleita para representar o nosso país. Outro autor português presente será António Lobo Antunes, que a organização escolheu como convidado de honra do evento.

Eugénia de Vasconcellos é autora de O Quotidiano a Secar em Verso, mas também do ensaio Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea, tendo traduzido a poesia de Claude Le Petit, reunida em O Bordel das Musas. É ainda autora da versão do Cântico dos Cânticos, incluída na colecção Livros Amarelos, num volume com o Manual de Civilidade para Meninas, de Pierre-Félix Louÿs.

Em breve, a Guerra e Paz publicará novo livro de poemas da autora.

Nobel da Economia em Portugal para lançar Economia do Bem Comum



Jean Tirole, Prémio Nobel da Economia 2014 e um dos economistas mais influentes da actualidade, estará em Portugal para a sessão de lançamento do livro «Economia do Bem Comum», que decorre a 15 de Maio, às 18h30, no auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Uma sessão que, além da presença do autor, conta com apresentação de Guilherme d’Oliveira Martins e Pedro Pita Barros.

Com o seu primeiro livro destinado a um público abrangente, o Nobel da Economia Jean Tirole confronta-nos com os assuntos que afectam o nosso quotidiano: a economia digital, a inovação, o desemprego, as alterações climáticas, a Europa, o Estado, as finanças, o mercado.

Convicto defensor da razão, contra os populismos de direita e de esquerda – no caso francês, assumidamente contra as ideias económicas de Marine Le Pen e as teses radicais de esquerda de Jean-Luc Mélenchon, Jean Tirole, no seu Economia do Bem Comum aborda, num discurso acessível a todos, os grandes temas da economia do mundo actual:

1.         A ligação da sociedade à economia enquanto disciplina e paradigma.
2.        As nossas instituições, Estado e mercado, na sua dimensão económica.
3.        Os grandes desafios macroeconómicos actuais: o clima, o desemprego, o euro, a finança.
4.        As questões microeconómicas fundamentais para o futuro da nossa sociedade: a política da concorrência e a política industrial, a revolução numérica – os seus novos modelos económicos e os seus desafios sociais –, a inovação e a regulação sectorial.

«Até aos anos 80, compreender a economia tinha menos valor do que hoje. O Estado decidia tudo, controlava os preços, geria o direito de concorrência… mas hoje vivemos num mundo em que tudo isso mudou», sustenta Tirole. E adianta em seguida o que entende por bem comum: «A economia do bem comum é fazer com que os interesses privados estejam em linha com o interesse geral.» A convite do primeiro-ministro socialista Leonel Jospin, Jean Tirole foi membro do Conselho de Análise Económica, em França: “Servi governos de direita como de esquerda. O que me interessa são as ideias, não sustentar este ou aquele partido, este ou aquele homem político.»

Para Tirole, em países como França ou Portugal é comum dar-se uma definição errada do termo «liberal». O termo é associado à ideia de deixar fazer tudo, ou de que o Estado não faz nada, o que Tirole nega: «Ser liberal, pelo contrário, é responsabilizar os indivíduos para evitar que adoptem comportamentos nefastos para a sociedade, não os deixando poluir, não deixando que a banca assuma riscos excessivos…»

Jean Tirole contraria também a ideia de que cada economista, cada sentença, apontando para o consenso que a maioria dos economistas estabeleceram já em todo o mundo em temas como, por exemplo, o facto da redução das horas de trabalho não criar mais postos de trabalho de uma forma permanente. Outro elemento consensual: a entrada de imigrantes num país não só não rouba emprego aos nacionais como, a médio e longo prazo, gera mais emprego, porque o trabalho em quantidade fixa é um sofisma.

Jean Tirole nasceu em 1953, em Troyes, França. Foi galardoado com o Prémio Nobel da Economia em 2014. É presidente da Escola de Economia de Toulouse, membro fundador do Instituto de Estudos Avançados de Toulouse e director científico do Instituto de Economia Industrial. Engenheiro geral de pontes, água e florestas, director de estudos da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais, é também professor convidado do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
Jean Tirole vem a Portugal a convite da Guerra e Paz Editores e do Institut Français.

ECONOMIA DO BEM COMUM
Jean Tirole
15x23
560 páginas
32,00 €
Não Ficção/Economia
Nas livrarias a 15 de Maio
Guerra e Paz Editores

Um verdadeiro conto de fadas do século XXI



Quem disse que já não há belas histórias de amor? Os tempos mudaram, dentro e fora da Casa Real britânica, mas ainda há lugar para o amor. Esta é a história de Harry e Meghan, um príncipe e uma estrela de Hollywood, que venceram a distância, as diferenças e os preconceitos. Um livro que está disponível a partir de 15 de Maio em toda as livrarias e locais de venda habituais. Mesmo a tempo do enlace real, que decorre a 19 de Maio, na Capela de St. Georges, Castelo de Windsor, no Reino Unido.

Recorde a infância de Harry, a ligação especial com a mãe, Diana, a eterna «princesa do povo»; descubra a infância de Meghan. Estaria já escrito nas estrelas o encontro entre os dois? Afinal, como não recordar a história de Eduardo VIII, que abdicou do trono pelo amor a Wallis Simpson, igualmente norte-americana e divorciada?

Passo a passo, reviva os momentos mais marcantes do romance de Harry e Meghan, uma simbiose do velho romantismo com a moderni­dade actual, desde oblind date em que se conheceram à bênção da rai­nha Isabel II, não esquecendo os preparativos para o grande dia.

Este é um livro para guardar e recordar, uma mensagem de amor e esperança.


Guerra e Paz
15x23
128 páginas
13,90 €
Não Ficção/Actualidade
Nas livrarias a 15 de Maio
Guerra e Paz Editores

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Prémio Nobel da Economia vem a Portugal

A Guerra e Paz vai publicar o livro Economia do Bem Comum, da autoria de Jean Tirole, Prémio Nobel da Economia de 2014. A convite do Institut Français, em Portugal, o autor vai estar em Portugal, de 14 a 16 de Maio, para o lançamento do livro, que terá lugar na Fundação Gulbenkian.

Traduzido em inglês, alemão, espanhol e italiano, o livro teve um enorme êxito em França, com presença nos mais vendidos durante três meses. O livro conquistou o grande público, mas cativou também a Imprensa em geral e não apenas a imprensa económica. Este é o primeiro livro de Jean Tirole destinado ao grande público. A obra leva-nos para a oficina do economista, confrontando-nos com os assuntos que afectam o nosso quotidiano: a economia digital, a inovação, o desemprego, as alterações climáticas, a Europa, o Estado, o mercado e a finança, traçando um panorama dos grandes problemas da economia contemporânea.

O livro chegará às livrarias portuguesas no próximo dia 15 de Maio.

Novidades Editoriais LEYA - Os Livros De Maio

Uma Vida Em Directo, de Luís Costa Ribas (Oficina do Livro)
38 anos de aventuras, da Casa Branca a Timor-Leste

 Com prefácio de António Ramalho Eanes e posfácio de Rogério Alves, o correspondente da SIC nos EUA partilha reflexões sobre a sua profissão e conta as histórias e episódios de vida mais marcantes da sua longa carreira de jornalista, nos quatro cantos do mundo. Angola, Moçambique, Timor-Leste, Israel, Haiti ou Venezuela, e, claro, os EUA, para onde foi viver em 1984. Tendo-se cruzado com figuras como Bill Clinton, Salman Rushdie, Eusébio ou Savimbi, as histórias mais fortes e dramáticas que testemunhou passaram-se com pessoas sem nome nem rosto, quer sejam as vítimas do furacão Katrina, crianças esfomeadas nas favelas de Lima, ou um homem numa luta desesperada por encontrar a mulher num desabamento de terras na Nicarágua À venda a 22 de Maio.



Isto É Matemática!, de Rogério Martins & Tiago Da Cunha Caetano (Texto)

Um programa de enorme sucesso da SIC, Isto É Matemática fica agora disponível em versão livro. É desta forma que Rogério Martins e Tiago DaCunha Caetano continuam o projecto de divulgar matemática de uma forma acessível, rigorosa e divertida: adaptaram e renovaram alguns dos melhores episódios das 11 temporadas da série televisiva ao formato escrito, que agora podem ser lidos por todos os que gostam de aprender sem espinhas matemática. São 26 capítulos que desvendam outros tantos conceitos matemáticos, que nos ajudam a perceber melhor o mundo e o universo em que vivemos. Para os fãs da série e também para todos os que gostam «de ciência e de rir». À venda a 22 de maio.



Como Será o Futuro, de Tim O’Reilly (Dom Quixote)


 “O oráculo de Silicon Valley” afirma neste livro que as tecnologias podem, no futuro, controlar os humanos. Acredita na possibilidade de o mundo vir a ser dominado por máquinas hostis às pessoas, e que os sistemas que estamos actualmente a construir contribuem para isso. Como estão as tecnologias do século XXI a mudar os negócios, a educação, os governos, os mercados financeiros e a economia no seu todo? Como podemos controlar essas mudanças? Que decisões podemos tomar para promover um mundo em que queiramos viver?  Retirando lições de plataformas como Amazon, Google, Facebook, AIrbnb, Uber e Lyft, demonstra que a economia e os mercados financeiros são cada vez mais geridos por algoritmos e demonstra que a desigualdade de rendimentos, o declínio da mobilidade ascendente e a perda de postos de trabalho devido a avanços tecnológicos resultam de escolhas conscientes que temos vindo a fazer. Devemos reescrever os algoritmos relativos à economia se quisermos criar um futuro mais centrado nas pessoas. Depende de todos nós assegurar que as novas tecnologias são causa, não de consternação, mas de assombro. À venda a 15 de maio.


Uma Pequena Sorte, Claudia Piñeiro (Dom Quixote)

Um poderoso thriller familiar pela autora de As Viúvas das Quintas-feiras, elogiado por José Saramago e Rosa Montero, e consagrado pelos críticos estrangeiros, com mais de meio milhão de leitores.Uma mulher regressa à Argentina vinte anos depois de a ter deixado para fugir de uma tragédia. Mas aquela que regressa é outra: já não tem a mesma aparência e a sua voz é diferente. Nem tem sequer o mesmo nome. Será que aqueles que a conheceram em tempos a vão reconhecer? Será que ele a vai reconhecer? À venda a 22 de Maio.








Casas Contadas, de Leonor Xavier (ASA)
Uma vida contada através das 13 casas a que Leonor Xavier chamou suas. 

Oriunda de uma família da média-alta burguesia, casada cedo com um jurista brilhante, com três filhos pequenos, passa do ambiente protegido de uma família tradicional numa casa da Lapa, para São Paulo, no Brasil, quando, em 1975, ela e o marido decidem começar uma nova vida fora de Portugal. Tudo é novo: a situação precária em que chegam, os trabalhos ocasionais, a nova escola dos filhos, a empregada brasileira, a solidariedade dos amigos que conhecem no Brasil, a língua diferente, os costumes muito mais livres. Mais tarde, o regresso a Portugal, a adaptação ao país diferente que vem encontrar, o recomeçar de novo, integrando na sua nova vida o espírito optimista, sem preconceitos e convivial que foi talvez, além dos muitos amigos, o que de melhor lhe ficou da experiência brasileira. Leonor Xavier venceu o Prémio Máxima em 2010 com esta obra que agora a ASA reedita. À venda a 22 de Maio.


Zack, Mons Kallentoft  & Markus Lutteman (Dom Quixote)


A nova e emocionante série do conceituado autor é já um sucesso internacional  -  Alemanha, França, Japão e Estados Unidos da América. Um novo personagem, Zack Herry, um jovem detective com uma carreira meteórica na Polícia de Estocolmo. Mas à noite frequenta discotecas menos aconselháveis onde se diverte e consome cocaína com pessoas que, na verdade, deveria prender. Ao mesmo tempo que é investigado pelo departamento de Assuntos Internos, ele e a sua colega Deniz tentam descobrir os responsáveis pelos violentos homicídios ocorridos recentemente na zona de Södermalm. Cinco tailandesas foram barbaramente assassinadas. Será que estão perante um louco misógino e racista ou uma organização internacional de tráfico humano? Uma coisa é certa: se não encontrarem rapidamente o assassino, haverá mais mortes… À venda a 8 de Maio.



O NÚCLEO, de Peter V. Brett (ASA)

Peter V. Brett é o autor best-seller internacional de O Homem Pintado e A Lança do Deserto. Criado com uma dieta contínua de romances de fantasia, banda desenhada e jogos Dungeons & Dragons, Brett escreve histórias de fantasia desde que se lembra. À venda a 15 de Maio.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Porto vs. Lisboa. Uma batalha campal em livro

PORTO VERSUS LISBOA
António Eça de Queiroz e António Costa Santos
15x23
264 páginas
15,90 €
Não Ficção/Lazer
Nas livrarias a 2 de Maio
Guerra e Paz Editores

Porto versus Lisboa. Duas cidades portuguesas, uma rivalidade sem igual. António Eça de Queiroz, nascido no Porto, e António Costa Santos, alfacinha de gema, travam uma verdadeira batalha campal em livro para chegar a uma conclusão: qual das duas cidades portuguesas é a melhor?

Qual é melhor, o Porto ou Lisboa? O que é que o Porto tem que Lisboa não tenha? O que é que se faz em Lisboa que nunca se fará no Porto? Neste livro,
o leitor vai encontrar uma batalha feroz – divertida, mas feroz – de defesa e elogio de cada uma das cidades. Ao mesmo tempo, vai poder deliciar-se com os mais violentos ataques que já se fizeram a Lisboa e ao Porto. Os responsáveis por estes elogios e por estes ataques são dois autores cujos direitos de livre circulação pelo país ficaram suspensos há dez anos. Mas eles estão de volta! António Eça de Queiroz é o paladino do Porto e o dragão vingador que se abate sobre Lisboa. António Costa Santos é o santo protector de Lisboa e a águia negra que ataca o fígado do Porto.

De que é que se fala? Nada mais, nada menos do que dos mais destacados símbolos das duas mui nobres cidades. Temos, por conseguinte, uma inédita luta entre Santo António e São João, a inevitável «grande guerra» que opõe o FCP ao SLB, uma batalha fluvial entre o Douro e o Tejo, entre muitas outras picardias que têm por cenário os campos gastronómico, arquitectónico, histórico, musical e até anedótico de cada uma das metrópoles.

Não fica pedra sobre pedra? Fica. No essencial, este livro é um hino às duas belas urbes que, evidenciando as respectivas riquezas e diferenças, permite
concluir, como canta esse protótipo de tripeiro-alfacinha chamado Rui Veloso, «muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa».

Um livro que está disponível em todas as livrarias e locais de venda habituais, no Porto e em Lisboa também, a partir de 2 de Maio.