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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Joana Amaral Dias lança Sonhos Públicos apresentado por Valter Hugo Mãe e Octávio Ribeiro


Quer perceber melhor porque é que zombies & vampiros são um fenómeno do cinema do século XXI, tanto quanto os filmes apocalípticos ou a pornografia? Porque é que gostamos de terror e melodramas se, na «vida real», evitamos medo e sofrimento? Como é que o cinema lida com o politicamente correcto, o consumismo, a influência dos “mass” media? O que é que esta arte diz sobre o nosso inconsciente colectivo? Como seria a sua lista de 100 filmes do século? Que critérios empregaria? Quer espreitar por outra janela Mulholland Drive, Birdman, The Royal Tenenbaums, Disponível para Amar, Inteligência Artificial, Meia-Noite em Paris, Kill Bill, Dogville, O Lobo de Wall Street, Cidade de Deus, O Despertar da Mente ou Memento? São a algumas dessas perguntas que a psicóloga Joana Amaral Dias quis responder no livro Sonhos Públicos,  O Imaginário Colectivo em 100 Filmes do Século XXI, que será apresentado pelo escritor Valter Hugo Mãe e o director do Correio da Manhã, Octávio Ribeiro, na próxima quarta-feira, 18 de Abril, às 18h30, na FNAC do Vasco da Gama.

"Pensar os filmes é ganhar perspectiva sobre as pessoas e a sociedade. Este livro é a exemplificação, com uma extrema inteligência, disso mesmo. Pequenos textos sobre uma centena de filmes de agora, mas cujas referências nos fazem atravessar, num jogo permanente entre o presente, o passado e o futuro, praticamente toda a História desta tão recente e tão aglutinadora arte. Em cada um deles, a Joana dá-nos a descobrir pontos de vista, reflexões que nos escaparam e que nos demonstram que cada filme é um manancial de surpresas, que muito nos ajudam a trazer à superfície algo escondido, talvez pequenos rastos do nosso inconsciente", escreve o produtor Paulo Branco, no prefácio.

Joana Amaral Dias é psicóloga clínica, professora universitária, activista e autora de várias obras, nas quais emprega as ferramentas e os conhecimentos da Psicologia e da Política para ler e interpretar o mundo.Colaborando assiduamente em jornais, revistas e televisão enquanto comentadora e analista política, há mais de dez anos que começou a publicar comentário cinematográfico semanal, aplicando, uma vez mais, a psicologia e a sócio-política como lentes para descobrir e propor novos sentidos para os filmes. Sonhos Públicos é a continuidade e o aprofundamento desse olhar singular sobre o cinema.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Judite Sousa lança livro Duas ou Três Coisas Sobre Mim no final de Abril


 Judite Sousa lança livro Duas ou Três Coisas Sobre Mim no final de Abril


O novo livro da jornalista Judite Sousa, Duas ou Três Coisas Sobre Mim, chega aos leitores portugueses a 27 de Abril, editado pela Oficina do Livro. A obra, composta por 30 crónicas, revela uma autora mais madura, uma mulher apaixonada pela sua profissão e pela vida. 

Aqui assume «ir um pouco mais fundo», transporta-nos para os cenários de guerra onde esteve, leva-nos aos bastidores das reportagens que realizou em mais de 30 anos de carreira, recorda as pessoas mais importantes na sua vida. Dentro e fora do ecrã. 

No novo livro, Judite faz uma viagem ao passado, ao início da sua carreira. Descobrimos que a menina que partiu para o Oriente com apenas 19 anos, cresceu e é hoje uma das mulheres mais influentes de Portugal. Por estas páginas correm os dias, os anos, os acontecimentos mais marcantes da vida de um dos rostos mais acarinhados e prestigiados da televisão nacional. Cabem aqui todos os momentos, todas as personagens e todos os sentimentos. 

Judite Sousa partilha alguns segredos e revela num relato intimista e sem filtros a mulher em que se tornou. Duas ou Três Coisas Sobre Mim estará nas livrarias portuguesas a 27 de abril, numa edição LeYa/Oficina do Livro. O evento de lançamento está agendado para 3 de maio, na Livraria LeYa na Buchholz, em Lisboa, e terá apresentação de Sérgio Figueiredo, diretor de Informação da TVI.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

O romance de estreia de Luis Pedro Cabral é a metamorfose do corpo doente em glorioso corpo de ficção

A CIDADE DOS AFLITOS
Luís Pedro Cabral
15x23
248 páginas
15,90 €
Ficção/Romance
Nas livrarias a 17 de Abril
Guerra e Paz Editores

«Transformar doentes em pessoas, não é fácil, e é esse o grande projecto deste livro.» Quem o diz é o escritor Gonçalo M. Tavares, numa breve nota de leitura do romance de estreia de Luís Pedro Cabral, A Cidade dos Aflitos, que chega às livrarias a 17 de Abril. Neste romance que pisa a fina linha que separa a realidade da ficção, emerge como um exército implacável, um dos maiores flagelos do Homem contemporâneo – o cancro. «Terno, inteligente e afectivo, único na forma como conta a história de uma menina que ficou doente… É um livro imperdível», é o que atesta Manuel Sobrinho Simões, professor, médico, talvez a voz científica mais autorizada para falar sobre o cancro em Portugal.

Esta é uma história que se confunde com a ficção porque, durante um ano, Luís Pedro Cabral viveu de perto a realidade do Instituto Português de Oncologia (IPO), acompanhando a sua mulher, forçada a travar esta luta, encontrando-se hoje no estádio IV da doença, o mais grave.

Mas não haja equívocos, A Cidade dos Aflitos é um romance. Uma escrita apaixonada oferece ao leitor a metamorfose do corpo doente em glorioso corpo de ficção: a cidade que conhecemos converte-se num teatro de guerra e as personagens de Luis Pedro Cabral convertem-se em soldados mergulhados numa guerra total. Estas são as vidas de personagens reais, de carne e osso, saídas de um sítio em que ninguém quer entrar, mas onde, apesar de tudo, a esperança ainda existe. Um carteirista que já só pensa em se reformar, um luthier cujos violinos encantaram plateias em todo o mundo, um forcado a enfrentar agora a mais vil besta, uma menina obrigada a crescer, uma mulher indomável e um médico perdido. Todos habitam A Cidade dos Aflitos. O que têm em comum? São soldados e estão em plena frente de batalha. Há quem chame cancro a esta guerra.

A Cidade dos Aflitos é mais do que um romance de estreia. É um romance com uma vocação literária, que o escritor Gonçalo M. Tavares recomenda. É um romance comovente, que sobressaltou o cientista Sobrinho Simões.






Loucura e adultério. Os limites da razão em dois clássicos do séc. XIX



Quais os limites da loucura face à razão e até que ponto uma sociedade pode ou deve controlar o puritanismo dos seus membros? Loucura e adultério, dois temas polémicos e controversos, vistos à luz do séc. XIX, são as duas novas apostas da colecção de Clássicos da Guerra e Paz: O Alienista, de Machado de Assis, inicialmente publicado em entre 1881 e 1882, e A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawthorne, com tradução de Fernando Pessoa, que data de 1850. Os dois clássicos estão disponíveis a partir de 17 de Abril.

Mestre da escrita, com recurso à ironia, à metáfora, à sua visão pessimista e ao seu pessimismo, Machado de Assis conquista o leitor com este conto (será novela?), considerado uma das suas narrativas mais célebres. Com fixação de texto de Ana Salgado, O Alienista inclui, além da nota introdutória e lista de personagens, um texto com três bons motivos para ler esta obra que conta a história do médico Simão Bacamarte, que funda um hospício – a Casa Verde -, decidido a dedicar-se inteiramente ao estudo da loucura. Autorizado pelas autoridades, passa a internar todos aqueles a quem aponta sinais de insanidade. Ninguém escapa. E se, afinal, o alienista for o alienado?

Alienada da sociedade foi Hester, a protagonista de A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawthorne, o único romance completo traduzido por Fernando Pessoa e um dos livros mais editados e mais lidos no mundo. A primeira edição, publicada em 1850, esgotou em dez dias. Psicologicamente denso, de uma simbologia complexa, este é o primeiro dos grandes romances americanos. Uma obra única, com acção na América puritana, que marcava com letra escarlate, cor da infâmia, o peito das mulheres adúlteras. Apaixonada e grávida do padre da comunidade, Hester será ostracizada, perseguida e vilipendiada pelo crime de amar fora do casamento. Segundo um ensaio de D. H. Lawrence, traduzido por Eugénia de Vasconcellos para a Guerra e Paz, este romance é uma das maiores alegorias de toda a literatura: «A Letra Escarlate não é um romance bonito e agradável. É uma espécie de parábola: uma história terra-a-terra com um significado do inferno».





O ALIENISTA
Machado de Assis
15x23
104 páginas
11,00 €
Ficção/Literatura Brasileira
Nas livrarias a 17 de Abril
Guerra e Paz Editores
A LETRA ESCARLATE
Nathaniel Hawthorne
15x23
248 páginas
15,50 €
Ficção/Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 17 de Abril
Guerra e Paz Editores

Editorial Bizâncio - Novidades já disponíveis

Novidade:
                                                          O Poder da
                                                          Música
A música pode ajudar a ultrapassar conflitos?

Pode ajudar a combater a descriminação?

Para o autor de O Poder da Música, sem dúvida que sim.
Percorrendo treze países diferentes, em cinco continentes, o autor dá-nos a conhecer a história de vida de alguns dos mais espantosos músicos, em locais do mundo improváveis, que lutam contra obstáculos intransponíveis para que se instale a paz e a harmonia em lugares tão difíceis como o campo de refugiados de Shuafat, na Palestina, a Tanzânia, o México, a Irlanda, o Kosovo, entre outros.

Por mais duras e difíceis que sejam as situações é espantoso como sempre se revela, tal como Daniel Barenboim já antes provara, O Poder da Música


Código de Barras: 9789725306062
Nº de páginas: 288
PVP: 16,00 (com IVA)
Encadernação: Capa mole c/badanas    Formato: 15,5mX23,5cm



Novidade: O Livro com Medo
O livro não consegue adormecer. Está a tremer, coitadinho!


Assim inicia este livro.
O pequeno ratinho vai acalmando o livro a cada página e podemos acompanhar as alterações na cor das páginas e nas expressões do livro à medida que vai vencendo o medo.
Para crianças a partir dos dois anos de idade, este livro, cartonado, com textos de Cédric Ramadier e ilustrações de Vincent Bourgeau ajuda as crianças a lidar com uma das emoções mais comuns entre os mais pequenos: o medo.

Código de Barras: 9789725306109
Nº de páginas: 20
PVP: 11,90 (com IVA)  
Cartonado - Formato: 18,5cmX23,5cm




Novidade:
                                                          Então, Morde?A ação desenrola-se como uma pescaria no gelo.


O Pinguim tenta pescar no seu buraco no gelo, só que o peixe não morde!

A trupe de amigos polares vai-se juntando ao Pinguin e vai tagarelando e dando palpites, irritando-o.

Qual será o mistério?



Código de Barras: 9789725306130
Nº de páginas: 40
PVP: 11,90 (com IVA)  
Encadernação: Capa Dura - Formato: 19,5cmX25cm

domingo, 15 de abril de 2018

Brincando com Bitcoins

Para quem está habituado a utilizar sites de PTC (paid to click), investimentos (cash back) e outros que tanto, a existência do Bitcoin já não é novidade. No entanto, acredito que até quem não utiliza este tipo de sistemas já tenha, pelo menos, ouvido falar nesta cryptomoeda. 

O que é?

Trata-se de uma moeda virtual criada por Satoshi Nakamoto, em 2009. Apesar de a moeda não ter um formato físico, é considerado um meio de pagamento activo, especialmente desde que em 2011 algumas organizações e lojas começaram a aceitar pagamentos por esta via. 


O valor do bitcoin tem oscilado significativamente nos últimos anos, atingindo o seu valor máximo no final de 2017. Recordo-me que quando comecei a utilizar sites de pagamento nesta moeda, 1Bitcoin equivalia aproximadamente a 700 dólares. Na referida data chegou ao valor record de 20000 dólares, tendo perdido grande parte do seu valor a partir de 2018. Foi uma boa altura para fazer conversão do saldo, de modo a ter o melhor lucro possível. Desde então, 1Bitcoin tem rondado os 6000-8000 dólares, o que continua a ser um valor impressionante mas ao mesmo tempo muito baixo, comparativamente com o topo atingido em 2017. 

Ainda assim, continua a ser uma boa aposta para quem queira ganhar algum dinheiro online. Aqui ficam os sites que utilizo.



Trata-se de um site faucet, onde qualquer utilizador pode ganhar uma fracção da moeda de diversas formas.



  • A mais comum é "abrindo a torneira". Para isso basta aceder ao site a cada hora, responder ao captcha e clicar no botão ROLL. Não é obrigatório aceder a todas as horas, mas quantas mais vezes se clicar no Roll, maiores serão os ganhos. É fácil de utilizar, especialmente por quem passa muitas horas ao computador, pois pode deixar a aba do site aberta e ir monitorizando a contagem decrescente até ao próximo Roll. O valor recebido varia conforme o valor da moeda.





  • Também se ganha através do sponsor. Como é habitual neste tipo de sites, cada conta é associada a um membro já existente, que será o sponsor, e que receberá uma percentagem dos ganhos do utilizador. No Freebitco.in, todos os domingos é feita a devolução de uma percentagem dos ganhos dos referidos. A percentagem pode ser alterada pelo sponsor a qualquer altura. Eu gosto de devolver metade dos ganhos, mas de vez em quando subo a percentagem de modo a que o retorno dos utilizadores seja maior. 

  • A cada Roll, ganha-se pontos e bilhetes para jogar na lotaria. O número de pontos e bilhetes ganhos por cada Roll realizado também pode variar conforme os administradores queiram. Os pontos podem ser convertidos em saldo bitcoin ou utilizados na compra de alguns produtos na Amazon. Já os bilhetes da lotaria são contabilizados à semana e ao domingo vão a jogo. 

  • Conta poupança. De forma a valorizar o dinheiro que é mantido no site, a partir do momento em que saldo atinge 0.0003 Btc, o utilizador recebe juros, que são carregados diariamente no saldo. 



AdBtc

O AdBtc tem um funcionamento mais simples pois é semelhante à maioria dos PTC's, onde somos pagos por visualizar anúncios.

O valor mínimo de pagamento varia um pouco conforme o valor da moeda. Quanto maior o valor do Bitcoin, maior é o mínimo de Cashout. Neste momento o site tem-se mantido com um cashout mínimo de 20000 Satoshis, que equivale a 0.0002 Btc. O valor pago por cada anúncio visualizado permite atingir este valor em pouco tempo e os anúncios são carregados diversas vezes ao dia, o que torna o site ainda mais atractivo.  


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Desde que comecei a explorar diversas formas de fazer dinheiro online, em 2014, estou constantemente a testar novos sites. É importante não só confirmar que são sites que pagam efectivamente aos seus utilizadores, mas também que são simples de utilizar e o quão fácil é chegar aos valores mínimos de pagamento. No que toca ao Bitcoin, não tem sido um processo diferente e mesmo tendo mais alguns sites que utilizo regularmente, o Freebitco.in e o AdBtc são os que melhor preenchem os requisitos mencionados.   

Conhecem mais sites que paguem em Bitcoin? Quais recomendam?









quarta-feira, 11 de abril de 2018

Planeta Cor-de-Rosa ou as confissões de uma directora de revistas de sociedade, de Luísa Jeremias, editado pela Casa das Letras

Festa que é festa tem putas, álcool, drogas e boa música? Ronaldo é a única estrela planetária? Eu uso-te, tu usas-me, nós usamo-nos.... só assim é que funciona. As redes sociais acabaram de vez com os paparazzis... e as "fake news" são apenas notícias "combinadas". Bem-vindo a este reality show que é a vida do faz de conta.

"Planeta Cor-de-Rosa, Confissões de uma Directora de Revistas de Sociedade", da jornalista Luisa Jeremias, é hoje colocado à venda, pela Casa das Letras. A festa de apresentação está agendada para a próxima semana, quinta, dia 19,  às 18h30, na Pensão Amor. Só prometemos uma boa conversa. E talvez música.

Aristocratas, falidos, tios, candidatos a jet-setters… Croquete, papa-festas… Sabe como vivem todos eles? Do que vivem? E os paparazzi? Que é feito deles desde que os famosos passaram a ser paparazzi de si próprios e usar as redes sociais para pôr a vida toda ao sol? Quem são as verdadeiras estrelas planetárias? O que é preciso para fazer uma boa festa? Quem tem acesso? Há mesmo álcool e drogas e meninas e meninos dispostos a tudo? O que se passa à porta fechada neste mundo de glamour?


"Planeta cor-de-rosa" mergulha neste universo das celebridades e da vida faz-de-conta que é mostrada nas revistas de sociedade, nos sites, na televisão, nas redes sociais. Luísa Jeremias, que dirige publicações deste segmento há mais de 15 anos, conduz-nos numa viagem pelos bastidores deste mundo de brilho e de fantasia, desvendando histórias e segredos e explicando como se faz, afinal, a relação entre imprensa e famosos. Quer saber como tudo acontece? Venha daí e entre neste planeta cor-de-rosa, onde nem tudo é o que parece…


Luísa Jeremias nasceu em Lisboa, é «alfacinha» de gema, «carioca» de coração e «do mundo». Licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa e começou a trabalhar em 1992 no jornal Diário de Notícias, passando depois por A Capital, 24 Horas e Tal&Qual. Estreou-se como diretora de revistas em 2003, na TV 7 Dias. Desde então dirigiu também as revistas Nova Gente, Focus, TV Guia e FLASH! Esteve na formação do canal de televisão CMTV, na criação do programa Flash! Vidas, no qual mantém uma rubrica semanal - «Planeta Cor-de-Rosa» - que é também o nome de uma crónica que assina desde 2006 e página nas suas redes sociais. Gosta de viajar, de praia, de calor, de uma boa mesa e melhor conversa. E também gosta de estar calada, de ler, de boas histórias e de observar o mundo em que se move. É autora do romance Preciso de Ti (2011) e co-autora de Noites de Lisboa (1998).